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Treinamento de Equipe de Salão: O Básico Bem Feito Salva Vendas

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Equipe ChefOS
6 min de leitura

No cenário ideal de todo dono de bar ou restaurante, a equipe atende o cliente de forma rápida, sabe de cor todo o menu com as combinações de harmonização perfeitas e sempre dá aquele sorriso contagiante na hora do sufoco. No mundo real do Food Service, a rotatividade de funcionários (alto turnover) causa uma dependência letal de uma mão-de-obra, que muitas vezes, começa a rodar a praça numa sexta de lotação na "coragem e na base do empurrar com a barriga".

O "Custo de Não Treinar"

Um dos piores mantras do mercado corporativo é: "E se eu investir tempo e dinheiro treinando essa pessoa e ela for embora daqui a 3 meses?" A resposta dura que você devia pensar é diferente: "E se você não treinar e ela decidir ficar e atender seus clientes fiéis?".

  • Garçons não treinados cometem erros na digitação das comandas, obrigando Refugos das comandas da cozinha (Desperdício de CMV no Lixo da Pia).
  • Demoram e ficam perdidos olhando pro teto sem conseguir responder ao cliente se o pão leva leite.
  • Cobram incorretamente (trazem prejuízos em devoluções das maquininhas do cartão e desgastes com taxas do PSP e bancos envolvidos em burocracia do estorno na frente de filas imensas).

Os Três Pilares Essenciais no "On-boarding"

O novato chegou na quarta-feira pela primeira vez num restaurante de esquina. Mesmo se sua operação é microscópicamente de rua: Não jogue o novato aos leões nos fogões e bandejas quentes sem um Padrão (POP).

  1. Imersão do Produto: Se ele vai defender e empurrar um Hambúrguer, ele Tem obrigação moral com a camisa da casa para saber todos os ingredientes principais das massas à carne e das bebidas alcoólicas exatas do menu. Tem Que Desfrutar em dia Livre. (Um copionamento ou "Cola-fichário de Bolso" é super usado por americanos nas primeiras duas semanas difíceis em operações Fine Dining).
  2. Shadowing e Sombrear Sêniores: O erro é abandonar na praça oposta logo do dia um. Amarre o novo às costas (Mande seguir o passo "sombra") dos gerentes super eficientes da casa para a absorção cultural das pressões – Doze a vintes e oitos horas diretas apenas vigiando os modos do mestre tirar pedidos difíceis para aprender.
  3. Tecnologia Simplificada no Treinamento: Se os PDVS na tela da casa possuem o formato jurássico da burocracia dos Anos Noughties rodando DOS e planilhas feias no computador antigo que só o gerente mestre mexe... você vai gastar dias treinando computação em novatos nas catracas do bar do salão!

Um ecossistema ágil em aparelhos nativos dos quais os jovens da rua lidam (Ecrãs em celulares fáceis e autoexplicativos como Garçom/Dashboard no ChefOS em Design UI simplificado) retira os medos iniciais do "vai travar o sistema e queimar as comandas todas hoje!". A curva imensa de erros nos fluxos internos se torna num tapete rolante amigável e focado.

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